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Dependência química e políticas públicas: um casamento que ainda não aconteceu

O dependente químico é um indivíduo que apresenta dependência física e psíquica gerada pelo consumo de substâncias psicoativas. Muitas vezes o dependente busca o alívio das emoções, sentimentos, dores, frustrações ou de outras situações das quais foram um gatilho para o início do uso. Quem é dependente químico possui dificuldades para controlar o seu comportamento, devido ao consumo excessivo e contínuo da substância geradora da sua dependência, ele não tem a compreensão de que o consumo de drogas causa consequências em sua vida. Logo, a dependência química é considerada uma doença crônica multifatorial e incurável e que pode ser fatal caso não haja o devido cuidado. O papel do Governo nas políticas públicas sobre drogas é bem extenso. Por ser um tema relativamente polêmico, existem grandes discussões acaloradas que dificilmente abordam as principais questões sobre o assunto de forma prática e eficiente. O Instituto GPI convidou um de seus alunos, o médico clínico geral Alan Lira, para debater esse assunto. O bate-papo aconteceu no intervalo de uma aula sobre o tema dependência química, durante a pós-graduação em Psiquiatria. Confira o nosso bate-papo: Assista a entrevista na íntegra sobre “Dependência química e políticas públicas: um casamento que ainda não aconteceu” Por Nehemias Lima – Jornalista.   DEPENDÊNCIA QUÍMICA E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS PARA PACIENTES PORTADORES DA DOENÇA. UM TEMA MUITO RELEVANTE, CERTO? Sim, o uso de substâncias químicas tomou um crescimento muito grande, invadiu nossos lares, ambientes de trabalho e vários cenários a qual estamos inseridos. Esse tema deve ser debatido para que consigamos encontrar soluções para este problema. ESSE OLHAR DIFERENCIADO PARA QUEM É DEPENDENTE QUÍMICO, SE FAZ NECESSÁRIO, CONCORDA? Sim, esse olhar mais atencioso e essa sensibilidade é fundamental, principalmente para quem está em situação de vulnerabilidade, que está em maior risco, expostos a substâncias psicoativas que trarão consequências drásticas a essas pessoas. O QUE FALTA? Políticas públicas específicas que trabalhem a reinserção social. Não adianta apenas fazer o tratamento inicial e deixar que essa pessoa continue inserida no ambiente em que ela tenha acesso a essas substâncias novamente. TRAZER ESSA DISCUSSÃO PARA A SALA DE AULA TAMBÉM CONTRIBUI PARA O AVANÇO NESSES CAUSAS? A pós-graduação traz esse sentimento de segurança pois traz embasamento científico para que os profissionais consigam atuar no dia a dia. Ainda falando do poder público, sabemos que existem parcerias entre o poder público e instituições que fazem o acolhimento de pessoas em situações de vulnerabilidade porém o poder público poderia estar à frente, gerenciando esses serviços, trazendo, inclusive a sociedade para esta discussão, até porque é a sociedade que vai receber esses indivíduos. ESTUDAR ESSES TEMAS E ESTAR ATUALIZADOS SOBRE ESSAS POLÍTICAS PÚBLICAS, POR EXEMPLO, É FUNDAMENTAL. Essa questão da atualização, troca de experiências, em seus distintos ambientes de trabalho, proporciona um crescimento intelectual a partir de base de dados científicos que a cada momento são atualizados. A cada instante saem novas pesquisas, novos tratamentos. O Instituto GPI tem um nível altíssimo, trazendo isso com excelência. Contamos com um ambiente de prática muito grande, proporcionado pelo doutor Vicente com seu ambiente particular e práticas no Hospital Areolino de Abreu, onde temos contato com os pacientes.

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Harmonização corporal e fototerapia: você conhece esses dois conceitos?

A harmonização corporal é uma combinação de tratamentos que promove um corpo mais definido e simétrico. Esse conjunto de procedimentos é realizado por dermatologistas, cirurgiões plásticos ou esteticistas de confiança, dependendo dos tratamentos escolhidos. A harmonização corporal integra vários tratamentos estéticos, promovendo um corpo mais simétrico e modelado. Cada pessoa possui queixas sobre o corpo que costumam gerar incômodos, como nos casos de gordura localizada, celulite, entre outros. Levando isso em consideração, a harmonização corporal combina várias terapias não cirúrgicas em diversas regiões para amenizar esses incômodos, proporcionando mais harmonia entre a pele e o corpo de uma forma natural. Já a fototerapia é um tratamento que consiste na utilização de luzes ultravioletas artificiais que possuem ação anti-inflamatória e imunossupressora capazes de estimular ou inibir a atividade celular, sendo esse tratamento principalmente utilizado em recém-nascidos com icterícia, além de também poder ser indicado no tratamento da psoríase, vitiligo eczema, por exemplo. Para falar um pouco mais sobre técnicas que unem esses dois conceitos a gente tem uma convidada especial que apostou no GPI. Ela é paulista, mora em Campo Maior, veio para Teresina ter aulas com um professor de Portugal. Essa é a história da Rosely, aluna da pós-graduação em Saúde Estética Avançada do Instituto GPI e que se destaca no segmento da estética no município de Campo Maior. Assista a entrevista na íntegra sobre “Harmonização corporal e fototerapia: você conhece esses dois conceitos?” Por Nehemias Lima – Jornalista.   ESSE MÓDULO SOBRE FOTOTERAPIA COMO TEM SIDO? Quando falamos de laser, falamos tanto de facial como corporal. Eu, por exemplo já trabalho alguns desses conceitos com minhas clientes, fazendo, por exemplo a harmonização corporal. Então estou me sentindo em casa. CONTA PRA GENTE EM QUE CONSISTE ESSA HARMONIZAÇÃO CORPORAL. Anteriormente, quando falávamos, por exemplo, em ter o bumbum ou a barriga dos sonhos, falávamos de plástica, né? Hoje, os ativos vêm com uma tecnologia tão legal que conseguimos ter um abdome ou bumbum dos sonhos através das mesclas disponíveis no mercado. COMO ACONTECE ISSO? Não é um milagre. Sempre falo aos meus pacientes que trabalhamos com o sistema onde eu faço 50% e eles também precisam fazer os 50% deles através de uma alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos e a gente trabalha com as mesclas de ativos, sempre fazendo um trabalho personalizado, onde pedimos exames prévios para saber como está a saúde do paciente antes de começarmos qualquer tipo de tratamento. VOCÊ DEMONSTRA UMA PREOCUPAÇÃO COM A SAÚDE DO PACIENTE. ISSO É UM PONTO MUITO POSITIVO. Sim, temos que agir dessa maneira. O mercado já está cheio de profissionais que apenas vendem pacotes gerais e não se dedicam a conhecer os pacientes. Precisamos saber avaliar e atuar de forma diferenciada com cada um de nossos pacientes. Trabalhar com segurança é preciso. E ESSAS APLICAÇÕES DE ATIVOS SÃO REALIZADOS EM CONJUNTO COM OUTROS PROCEDIMENTOS? Sim, podemos associar a diversos outros procedimentos que irão potencializar como a eletroterapia, radiofrequência, luz pulsada, por exemplo. São procedimentos que ajudam a acelerar o metabolismo de um emagrecimento, por exemplo ou trabalhar gorduras localizadas. ESSA AVALIAÇÃO MINUCIOSA É IMPORTANTE PORQUE QUANDO FALAMOS EM ESTÉTICA, TAMBÉM FALAMOS DE SAÚDE E BEM-ESTAR, NÃO É ISSO? Sim, temos que ter atenção para saber mais sobre o paciente que às vezes retarda uma informação pra gente e temos que estar por dentro de como anda a sua saúde para que ela atinja seus objetivos , mas com a saúde em dias.

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